sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Evite o desperdício de água em Acopiara: uma campanha da loja Maçônica, Raimundo Teixeira Lima

A Loja Maçônica de Acopiara, Irmão Raimundo Teixeira Lima Nº 26 lançou uma campanha objetivando conscientizar a população para evitar o desperdício de água no município neste momento de crise. Seja um parceiro nesta luta que é de todos.

Estamos de volta valorosos irmãos!

domingo, 12 de maio de 2013

FELIZ DIA DAS MÃES
O CLUB DAS SAMARITANAS ENTREGA CESTAS BASICAS PARA MÃES CARENTES DO NOSSO MUNICIPIO




quarta-feira, 13 de março de 2013

DESABAMENTO SALÃO DE BANQUETES

COM MUITA TRISTEZA POSTAMOS AS FOTOS DO DESABAMENTO DO NOSSO SALÃO DE BANQUETES. COM A GRAÇA DO G.:A.:D.:U.: E A AJUDA DE TODOS OS IR.: TEREMOS A CERTEZA DE REERGUERMOS NOSSO SALÃO.
 
 



terça-feira, 21 de agosto de 2012




Nesse mundo em constante e rápida evolução, qual é o papel da Maçonaria? Nossa Augusta Ordem, como qualquer instituição contemporânea, passa por um momento de transição. Talvez seja essa a melhor hora de encontrarmos nosso caminho, de darmos os contornos à nossa Ordem, de tal maneira que o seu ideário seja preservado, visto que ele é uma das razões de sua sobrevivência.
Desde que ingressamos nesta Ordem, aprendemos os grandes feitos da Maçonaria no passado, e sempre temos irmãos, em todas as épocas, que nos transmitem grandes exemplos. São grandes homens, figuras ímpares na evolução da humanidade.
Tivemos o privilégio de possuirmos antepassados que nos legaram a Ordem na qual estamos, e é no mínimo exigido de nós que, deixemos para as gerações futuras uma Maçonaria na qual elas também possam se espelhar e ver luz.
A Maçonaria, neste novo milênio convive com duas realidades. Uma é a irmandade influenciada pelo poder, e a outra é o lado de novos conhecimentos humanos, que são a base para o desenvolvimento de uma irmandade mais transparente, inteligente e fraterna. O grande desafio será a continuidade do desenvolvimento do conhecimento, da educação, da sabedoria, da própria evolução, enfim, com a ampliação do crescimento da intuição, que favorece a visão holística em detrimento do conhecimento específico, analítico e limitado, desatualizados e fragmentado.
A visão do futuro da maçonaria desperta o nosso imaginário na luta por um sonho possível, motivador, unificador, integrador e desafiador, uma visão que mobilize energias e as nossas melhores qualidades humanas.

terça-feira, 29 de maio de 2012




Introdução
Desde a crise do Antigo Sistema Colonial, a maçonaria está presente em nossa história, destacando-se inicialmente, entre alguns revolucionários da Inconfidência Mineira e da Conjuração Baiana no final do século XVIII. Nesse período que antecede a Independência, a maçonaria assumiu uma posição avançada, representando um importante centro de atividade política, para difusão dos ideais do liberalismo anticolonialista.
Sua influência cresceu consideravelmente durante o processo de formação do Estado Brasileiro, onde apareceu como uma das mais importantes instituições de apoio à independência, permanecendo atuante ao longo de todo período monárquico no século XIX. Nesse processo, a história do Brasil Império é também a história da maçonaria, que vem atuando na política nacional desde os primeiros movimentos de independência, passando pelos irmãos Andradas no Primeiro Reinado, até as mais importantes lideranças do Segundo Império, no final do século XIX.


Origem e desenvolvimento da Maçonaria no Brasil

Embora tenha, a Maçonaria brasileira, se iniciado em 1797 com a Loja Cavaleiros da Luz, criada na povoação da Barra, em Salvador, Bahia, e ainda com a Loja União, em 1800, sucedida pela Loja Reunião em 1802, no Rio de Janeiro, só em 1822, quando a campanha pela independência do Brasil se tornava mais intensa, é que iria ser criada sua primeira Obediência, com Jurisdição nacional, exatamente com a incumbência de levar a cabo o processo de emancipação política do país.
Criado a 17 de junho de 1822, por três Lojas do Rio de Janeiro - a Commercio e Artes na Idade do Ouro e mais a União e Tranquilidade e a Esperança de Niterói, resultantes da divisão da primeira - O Grande Oriente Brasileiro teve, como seus primeiros mandatários José Bonifácio de Andrada e Silva, ministro do Reino e de Estrangeiros e Joaquim Gonçalves Ledo, Primeiro Vigilante. A 4 de outubro do mesmo ano, já após a declaração de independência de 7 de setembro, José Bonifácio foi substituído pelo então príncipe regente e, logo depois, Imperador D. Pedro I (Irmão Guatimozim). Este, diante da instabilidade dos primeiros dias de nação independente e considerando a rivalidade política entre os grupos de José Bonifácio e de Gonçalves Ledo - que se destacava, ao lado de José Clemente Pereira e o cônego Januário da Cunha Barbosa, como o principal líder dos maçons - mandou suspender os trabalhos do Grande Oriente, a 25 de outubro de 1822.
Somente em novembro de 1831, após a abdicação de D. Pedro I - ocorrida a 7 de abril daquele ano - é que os trabalhos maçônicos retomaram força e vigor, com a reinstalação da Obediência, sob o título de Grande Oriente do Brasil, que nunca mais suspendeu as suas atividades.
Instalado no Palácio Maçônico do Lavradio, no Rio de Janeiro, a partir de 1842, e com Lojas em praticamente todas as províncias, o Grande Oriente do Brasil logo se tornou um participante ativo em todas as grandes conquistas sociais do povo brasileiro, fazendo com que sua História se confunda com a própria História do Brasil Independente.
Através de homens de alto espírito público, colocados em arcas importantes da atividade humana, principalmente em segmentos formadores de opinião, como as Classes Liberais, o Jornalismo e as Forças Armadas - o Exército, mais especificamente - O Grande Oriente do Brasil iria ter, a partir da metade do século XIX, atuação marcante em diversas campanhas sociais e cívicas da nação.
Assim, distinguiu-se na campanha pela extinção da escravatura negra no país, obtendo leis que foram abatendo o escravagismo, paulatinamente; entre elas, a "Lei Euzébio de Queiroz", que extinguia o tráfico de escravos, em 1850, e a "Lei Visconde do Rio Branco", de 1871, que declarava livre as crianças nascidas de escravas daí em diante. Euzébio de Queiroz foi maçom graduado e membro do Supremo Conselho da Grau 33; o Visconde do Rio Branco, como chefe de Gabinete Ministerial, foi Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil. O trabalho maçônico só parou com a abolição da escravatura, a 13 de maio de 1888.
A Campanha republicana, que pretendia evitar um terceiro reinado no Brasil e colocar o país na mesma situação das demais nações centro e sul americanas, também contou com intenso trabalho maçônico de divulgação dos ideais da República, nas Lojas e nos Clubes Republicanos, espalhados por todo o país. Na hora final da campanha, quando a república foi implantada, ali estava um maçom a liderar as tropas do Exército com seu prestígio: Marechal Deodoro da Fonseca que viria a ser Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil.
Durante os primeiros quarenta anos da República - período denominado "República Velha" - foi notória a participação do Grande Oriente do Brasil na evolução política nacional, através de vários presidentes maçons, além de Deodoro: Marechal Floriano Peixoto Moraes, Manoel Ferraz de Campos Salles, Marechal Hermes da Fonseca, Nilo Peçanha, Wenceslau Brás e Washington Luís Pereira de Souza.
Durante a 1ª Grande Guerra (1914 - 1918), o Grande Oriente do Brasil, a partir de 1916, através de seu Grão-Mestre, Almirante Veríssimo José da Costa, apoiava a entrada do Brasil no conflito, ao lado das nações amigas. E, mesmo antes dessa entrada, que se deu em 1917, o Grande Oriente já enviava contribuições financeiras à Maçonaria Francesa, destinadas ao socorro das vítimas da guerra, como indica a correspondência, que, da França, era enviada ao Grande Oriente do Brasil, na época.
Mesmo com uma cisão, que, surgida em 1927, originou as Grandes Lojas Estaduais brasileiras, enfraquecendo, momenta-neamente, o Grande Oriente do Brasil, este continuou como ponta-de-lança da Maçonaria, em diversas questões nacionais, como: anistia para presos políticos, durante períodos de exceção, com estado de sítio, em alguns governos da República; a luta pela redemocratização do país, que fora submetido, desde 1937, a uma ditadura, que só terminaria em 1945; participação, através das Obediências Maçônicas européias, na divulgação da doutrina democrática dos países aliados, na 2ª Grande Guerra (1939 - 1945); participação no movimento que interrompeu a escalada da extrema-esquerda no país, em 1964; combate ao posterior desvirtuamento desse movimento, que gerou o regime autoritário longo demais; luta pela anistia geral dos atingidos por esse movimento; trabalho pela volta das eleições diretas, depois de um longo período de governantes impostos ao país.
E, em 1983, investia na juventude, ao criar a sua máxima obra social; a Ação Paramaçônica Juvenil, de âmbito nacional, destinada ao aperfeiçoamento físico e intelectual dos jovens - de ambos os sexos, filhos ou não filhos de maçons.
Presente em Brasília - capital do país, desde 1960 - onde se instalou em 1978, o Grande Oriente do Brasil tem, hoje, um patrimônio considerável, e em diversos Estados, além do Rio de Janeiro, e na Capital Federal, onde sua sede ocupa um edifício com 7.800 metros quadrados de área construída.
Com aproximadamente 2.500 Lojas, cerca de 100.000 obreiros ativos, reconhecido por mais de 200 Obediências regulares do mundo, o Grande Oriente do Brasil é, hoje, a maior Obediência Maçônica do mundo latino e reconhecida como regular e legítima pela Grande Loja Unida da Inglaterra, de acordo com os termos do Tratado de 1935.

Os maçons se constituem de pessoas de nível cultural elevado e muitas vezes em posições estratégicas nas sociedades onde estão. Devido esta característica, já tiveram participação significativa em diversos momentos históricos. Na revolução Francesa tendo como marco a Queda da Bastilha, os maçons desempenharam extraordinária participação, inspirados pelos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, representados pelas três cores da bandeira francesa.

Nos EUA os maçons possuem mais de 15.000 lojas, das mais de 33.700 lojas em todo o mundo, e sempre tiveram uma influência política muito grande. Catorze presidentes americanos foram maçons, destacando-se entre eles George Washington, James Monroe, Andrew Jackson, James Garfield, Howard Taft, Franklin Delano Roosevelt, Harry Truman e Gerald Ford. A influência maçônica nos EUA fica evidenciada até mesmo nas notas de dólar, devido suas figuras (vide ilustrações abaixo).



Em 1738, o papa Clemente XII promulgou a primeira sentença de condenação católica à maçonaria, na bula In Eminenti Apostulatus Specula, mas, apesar disto, a maçonaria está presente entre os católicos. Fritz Springmeier, autor da obra The Watchtower and the Masons (A Torre de Vigia e os Maçons) afirma que o fundador das Testemunhas de Jeová, Charles Taze Russell, teve ligações com a maçonaria, pelo fato de ter pregado em lojas maçônicas. Evidência disto é o fato de haver no túmulo de Russell uma pirâmide, e a Sociedade Torre de Vigia ter adotado, até 1930, uma cruz dentro de uma coroa, como logotipo nas edições da revista The Watchtower, a atual A Sentinela.

Entre os mórmons também há ritos e símbolos maçônicos, sendo que muitos maçons proeminentes tornaram-se mórmons.

No Brasil a maçonaria também teve grande influência na História, prestando relevantes serviços. Na bandeira Inconfidência Mineira há o dístico libertas quae sera tamem e o triângulo maçônico. Tiradentes foi iniciado como maçom da casa de Silva Avarenga, que era uma loja maçônica ocultada pelo título de academia literária.Todos os conjurados, sem exceção, pertenciam à Maçonaria: Tiradentes, Thomas Antonio Gonzaga, Cláudio Manoel da Costa, Alvarenga Peixoto, e até mesmo o traidor da inconfidência, Joaquim Silvério dos Reis, também pertencia à ordem maçônica.

A Maçonaria inspirou a revolução republicana de 1817, em Pernambuco, o que fez D. João VI decretar a proibição da Maçonaria.

A independência do Brasil foi proclamada em 22 de agosto de 1822, no Grande Oriente do Brasil. O grito de independência foi mera confirmação. O Brasil já estava praticamente desligado de Portugal, desde 9 de janeiro de 1822, o dia do Fico. O Fico foi um grande empreendimento maçônico, dirigido por José Joaquim da Rocha, que com um grupo de maçons patriotas, fundou o Clube da Resistência, o verdadeiro organizador dos episódios de que resultou a ficada. Gonçalves Ledo e José Bonifácio, juntamente com outros maçons, tramaram a Inconfidência do Brasil. Um mês após a proclamar a independência do Brasil, D. Pedro I foi aclamado Grão-Mestre Geral da Maçonaria do Brasil e, em 1889, ao proclamar a República, o Marechal Deodoro da Fonseca, também ocupava este cargo. O primeiro Ministério da República, sem exceção de um só ministro, foi constituído de maçons. Mera casualidade? Não. Ele foi organizado por Quintino Bocaiúva, que havia sido grão-mestre.

Na libertação dos escravos no Brasil também houve grande iniciativa de maçons, havendo muitos maçons entre os líderes abolicionistas. Dentre muitos destacaram-se Visconde de Rio Branco, José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, Eusébio de Queiroz, Quintino Bocaiúva, Rui Barbosa, Cristiano Otoni, Castro Alves, e muitos outros.
Atualmente há grande quantidade de parlamentares, altos funcionários do governo, empresários, comandos militares, líderes religiosos e outros membros da elite que são maçons.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

maos















A Maçonaria tem como metas e objetivos, proporcionar a felicidade, igualdade entre os povos e principalmente responsabilidade social entre aqueles menos favorecidos, isso sem fronteiras à toda Humanidade, porém, apenas com ajuda de homens comprometidos(homens leais de boa fé e conduta ilibada) com a verdade é que faremos um mundo melhor.

O poder público e/ou o poder privado sarado (sem doenças - corrupção etc...) será, a partir da entrada de homens maçons livres e aceitos nesses organismos. Pelo exemplo de vida reta e pela palavra de honra, todo maçom trabalha para que a mensagem de amor fraternal universal se espalhe por todas as instituições de nossa sociedade. No passado e no presente, grandes homens(homens estes que fizeram história na maçonaria e fazem até os dias de hoje), maçons, utilizaram dos ensinamentos de nossa Ordem para apoiar à construção de uma sociedade mais justa, onde todos os homens vivam com dignidade.

Entretanto, esse é um processo lento e gradual. E, portanto ainda mais em um País como o nosso, infelizmente ainda há muitas pessoas que necessitam de auxílio imediato. Por esse e por outros vários motivos, a Maçonaria incentiva e apóia sem reservas as em diversas esferas e segmentos, norteadas pela missão de prestar auxílio desinteressado àqueles que mais necessitam, hoje.

Diversas Lojas em todo o Brasil desenvolvem centenas de ações sociais, quer seja com trabalho próprio, quer seja auxiliando outras instituições criadas especialmente com esta finalidade, quer seja apoiando grupos juvenis que constituirão o Brasil do amanhã. Cada Loja encontra, assim, a maneira mais adequada de auxiliar os necessitados de sua vizinhança o, que não se pode fazer é omitir a ajuda.